Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Menezes, Pedro Lugarinho |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17165/tde-28012022-113045/
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Resumo: |
As neoplasias malignas urológicas estão se tornando cada vez mais prevalentes nos últimos anos, principalmente pela diminuição da mortalidade decorrente de tratamentos mais eficazes e aumento na expectativa de vida. Essa tendência tem aumentado consideravelmente o número de pacientes com cânceres urológicos em seguimento nos serviços ao redor do mundo, gerando sobrecarga e insatisfação dos pacientes. No Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, de janeiro de 2017 até abril de 2019, foram realizadas 905 consultas de caso novo e apenas 249 pacientes receberam alta do serviço. A elaboração de protocolos específicos de seguimento de longo prazo, para ser aplicado nos setores primário e secundário de atenção à saúde, onde especialistas não atuam, torna-se uma ferramenta necessária para os serviços terciários de tratamento oncológico que poderão diminuir o número de consultas ambulatoriais de menor complexidade, além de diminuir a necessidade de deslocamento dos pacientes com a possibilidade de realização de exames próximos ao seu domicílio. O objetivo deste estudo, portanto, foi a confecção de protocolos de seguimento para neoplasias urológicas tratadas, com baixo risco de recidiva, a serem aplicados nos níveis primário e secundário de atenção à saúde. Foram analisadas as recomendações das principais sociedades internacionais e o risco de recidiva tumoral, levando-se em conta o estadiamento tumoral associado aos fatores histológicos do tumor primário. Foram confeccionados protocolos para seguimento dos tumores de próstata, bexiga e rim, com baixo risco de recidiva, nos níveis de atenção à saúde primário e secundário. Houve necessidade de definição arbitrária de alguns critérios por falta de literatura, no entanto é uma atitude pioneira que poderá resultar na racionalização dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). |