Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Lima, Bruna Cardozo de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3143/tde-29112023-141411/
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Resumo: |
A indústria de Óleo e Gás (O&G) é responsável por considerável emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) e tem sido pressionada a aplicar soluções sustentáveis em seus processos. Entre as opções disponíveis, os sistemas de injeção de água se mostram candidatos adequados. Esses sistemas, tradicionalmente alimentados por turbinas a gás ou geradores a diesel, são essenciais por elevarem a pressão do poço, resultando em uma maior Taxa de Recuperação de Óleo (TRO). Neste contexto, este trabalho visa verificar a viabilidade energética da operação de um sistema de injeção de água quando alimentado por meio de um sistema híbrido eólico-armazenamento isolado composto por uma turbina eólica offshore e um Sistema de Armazenamento de Energia (SAE) a baterias. A metodologia proposta para a análise da viabilidade é um problema de otimização que garante o despacho ótimo do SAE. Os parâmetros de saída do problema são o volume total de água injetada, o número total de paradas do sistema, a quantidade de ciclos totais da bateria e o curtailment. O problema de otimização é aplicado a duas abordagens distintas e uma análise de sensibilidade verifica a influência da capacidade de armazenamento do SAE e da potência nominal da turbina eólica nos indicadores de operação do problema. Os resultados indicam viabilidade da operação do sistema quando alimentado pelo sistema híbrido proposto. A capacidade do SAE não influencia significativamente o volume injetado de água, mas afeta expressivamente o número de paradas, sendo indispensável para a viabilidade da operação. A forma de despacho do SAE também é um fator decisivo e métodos controle considerando predição do vento futuro deverão ser utilizados. |