"Influência da técnica de desobturação e do limite de obturação na extrusão apical"

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: Esteves, Cristiane Linge Exposito
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23135/tde-21012005-102925/
Resumo: O controle da extrusão apical durante a reintervenção endodôntica é essencial para o sucesso do novo tratamento. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo comparar a quantidade de material sólido extruído na desobturação de canais radiculares variando-se a técnica de esvaziamento e o limite de obturação. Foram utilizados 40 incisivos inferiores previamente tratados divididos em dois grupos de acordo com o limite de obturação estabelecido. Cada grupo foi subdividido em dois subgrupos levando-se em conta a técnica de desobturação empregada; manual (subgrupos A1 e B1) e mecânico-rotatória com limas de Ni-Ti (Quantec LX) (subgrupos A2 e B2). O material sólido extruído foi coletado por meio do sistema de filtração Millipore, levado à secagem em dessecador de sílica e pesado em balança analítica de precisão. Os resultados obtidos foram submetidos a ANOVA para dois fatores de variação sendo em seguida empregado o Teste de Tukey (&#945; = 5%). A técnica de desobturação mecânico-rotatória produziu menor extrusão (0,66mg) que a manual (1,11mg), havendo diferença estatística significante entre elas (p < 0,05). Os canais preenchidos até o vértice radiográfico apresentaram maior quantidade de extrusão (1,38mg) do que os obturados 1 mm aquém do forame (0,39mg), observando-se diferença estatística significante entre eles (p < 0,05). A menor quantidade extrusão foi observada no subgrupo A2 (0,20mg), em que foi empregada a técnica rotatória de desobturação em canais obturados 1mm aquém do forame apical, sendo constatada diferença estatisticamente significante deste subgrupo com os demais (p < 0,05). A extrusão de material sólido durante a desobturação de canais radiculares é influenciado pela técnica empregada e pelo limite apical de obturação.