Teor de ergosterol do micélio de isolados de Pisolithus tinctorius e de Rhizopogon sp

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1997
Autor(a) principal: Perez, Flávia da Silveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11138/tde-20191108-104436/
Resumo: O conteúdo de ergosterol dos micélios de duas espécies de fungos ectomicorrízicos foi determinado utilizando-se cromatografia líquida de alta pressão (HPLC). Cinco isolados de Pisolithus tinctorius (quatro de eucalipto e um de Pinus) e um isolado de Rhizopogon sp. foram analisados após crescerem em meio de cultura líquido (Melin-Norkrans Modificado-MMN) por um mês. O teor de ergosterol dos isolados de P. tinctorius variou entre 2,4 - 6,2 ug/mg de matéria seca e o de Rhizopogon sp. foi de 11 ug/mg de matéria. Quando cresceram em sustrato sólido (perlita umedecida com MMN), o conteúdo de ergosterol de dois isolados de P. tinctorius (1604 de eucalipto e 185 de Pinus) foi consideravelmente menor em relação ao meio líquido. O período de incubação (4 - 6 semanas) aumentou e depois diminuiu o conteúdo de ergosterol do isolado 1604 de P. tinctorius para o isolado 185, no entanto, o efeito foi de aumento do conteúdo de ergosterol e estabilização