Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Azevedo, Davi Quintanilha Failde de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2140/tde-09052021-200700/
|
Resumo: |
A proteção internacional dos direitos humanos pelo sistema das Nações Unidas vem sendo construída de maneira gradual pelos Comitês que realizam o monitoramento dos tratados instituídos no âmbito da ONU. O mapeamento das dificuldades, limites e alcances do acesso de vítimas de violação de direitos humanos por meio de Comunicações Individuais previstas nos Comitês permite delinear formas de litigância estratégica internacional. Nesse contexto, o levantamento da atuação das defensorias públicas, instituição que garante o acesso também à jurisdição internacional, tanto no sistema interamericano, como no sistema universal, mostrase relevante para aferir qual sistema tem sido mais acionado e de qual maneira. Por fim, a partir da análise do sistema onusiano de Comunicações Individuais e as estratégias de atuação das defensorias públicas do Brasil, propõe-se uma política institucional especificamente para o peticionamento de casos individuais, com ênfase no sistema universal. |