Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2005 |
Autor(a) principal: |
Maeda, Sergio Toshinori |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25138/tde-28092005-142950/
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Resumo: |
O objetivo deste trabalho foi avaliar, microscopicamente, o reparo ósseo em cavidades cirúrgicas de tamanho não crítico tratadas com sulfato de cálcio em 3 formulações diferentes (Capset da Lifecore-USA, Surgiplaster da Classimport-Italy e o sulfato de cálcio da Merck do Brasil). Foram confeccionados 2 defeitos ósseos de 5 mm de diâmetro por 8 mm de profundidade, usando-se trefina cirúrgica da Dentoflex, em cada epífise de fêmures de coelhos machos Nova Zelândia. 24 cavidades foram preenchidas com o sulfato de cálcio da Merck do Brasil (grupo experimental 1), 24 com Capset (grupo experimental 2), 24 com Surgiplaster (grupo experimental 3) e 8 com coágulo sangüíneo (controle). Os animais de cada grupo foram mortos 30, 60, 90 e 180 dias após a cirurgia. As epífises foram coletadas, fixadas e posteriormente descalcificadas com a solução de Morse e incluídas em parafina. Foram obtidos cortes de 6 µm de espessura, os quais foram corados com hematoxilina e eosina e observados no microscópio ótico. No presente trabalho a análise microscópica dos defeitos ósseos, tratados de modo geral, mostrou ocorrência de neoformação óssea em todos os grupos estudados, indiferente da marca comercial do produto utilizado. No período de 30 dias, o grupo experimental 1 mostrou a formação de tecido conjuntivo fibroso, que ocupou parcialmente a área central do defeito. A neoformação óssea a partir da borda invaginava para o interior do canal medular acompanhando as margens desse tecido conjuntivo. O grupo experimental 2 mostrou a invasão de tecido conjuntivo no centro do defeito. Não se observou a formação do calo ósseo. O grupo experimental 3 exibiu duas pequenas faixas de tecido ósseo primário, das quais a externa tinha um aspecto contínuo e a interna, aspecto fragmentado; no espaço entre as duas havia tecido conjuntivo sendo substituído por tecido mielóide. Nos demais períodos de avaliação os grupos experimentais apresentaram um reparo semelhante. A análise dos cortes histológicos do grupo controle preenchido somente com o coágulo sangüíneo mostrou que o processo de reparo foi melhor aqui do que em qualquer dos grupos experimentais, em qualquer dos períodos de avaliação. |