Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Ricardo Cesar Gobbi de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25134/tde-16082011-102128/
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Resumo: |
Tendo em vista a imprevisibilidade da estabilidade oclusal pós correção ortodôntica, este estudo objetivou correlacionar a recidiva da sobremordida e da sobressaliência com a recidiva do apinhamento ântero-superior e ântero-inferior, em casos com má oclusão de Classe I e Classe II de Angle, tratados ortodonticamente com extração de 4 pré-molares, tratados pela técnica Edgewise. Para isso, foram selecionados 40 pacientes (20 do gênero feminino e 20 do gênero masculino), 25 pacientes portadores de má oclusão de Classe I e 15 de Classe II de Angle, com idade média inicial de 13,01 anos, que foram tratados por um tempo médio de 2,15 anos, e avaliados na fase pós-contenção após um período médio de 5,43 anos. Todos os pacientes apresentavam pelo menos 3 mm de sobremordida e 4mm de sobressaliência ao início do tratamento ortodôntico. Foram utilizados os modelos de gesso das fases do início do tratamento (T1), final de tratamento (T2) e da fase pós-contenção, em média 5 anos após o término do tratamento (T3) de todos os casos selecionados para que fossem quantificadas as recidivas dessas duas variáveis, assim como a recidiva do apinhamento anterior. Utilizou-se a análise de variância a um critério de seleção, e em caso de resultado significante, o teste de Tukey, para comparação intragrupos dos 3 tempos avaliados. Para verificação da presença de correlação entre a recidiva da sobressaliência e da sobremordida, com o apinhamento anterior, utilizou-se o teste de correlação de Pearson. A comparação intergrupos foi realizada por meio do teste t independente. Os resultados mostraram que houve uma correção significante do trespasse horizontal, vertical e apinhamento com o tratamento. Não houve uma recidiva significante do trespasse horizontal, vertical e do apinhamento ântero-superior no período pós-contenção, ao contrário do apinhamento ântero-inferior, que apresentou uma recidiva significante. Houve correlação significante da recidiva do trespasse horizontal com a recidiva do trespasse vertical. Não houve correlação significante entre a recidiva do trespasse horizontal e a recidiva do apinhamento anterior. Não houve correlação entre a recidiva do trespasse vertical e a recidiva do apinhamento anterior, assim como também não houve correlação entre a recidiva do apinhamento ântero-inferior e ântero-superior. Houve diferença intergrupos apenas para o apinhamento ântero-inferior ao início do tratamento, que foi maior no grupo Classe I, que apresentou também uma maior correção com o tratamento e um maior apinhamento na fase pós-contenção. |