Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Morais, Christiane Silvestrini de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/85/85134/tde-21022020-135554/
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Resumo: |
A mudança do uso da terra e o desmatamento para fins de produção agropecuária na Amazônia tem sido motivo de grande preocupação. Atualmente, os estudos acerca das emissões (naturais e antrópicas) de Gases de Efeito Estufa - GEE vêm se intensificando no meio científico. A proposta deste trabalho é realizar estudo da evolução das concentrações de metano no período entre 2010 a 2017 na Amazônia e realizar uma intercomparação entre as medidas de perfis verticais de avião e da coluna total de CH4 utilizando Espectrômetro de Absorção - FTIR nos anos de 2016 a 2017. As coletas do perfil vertical de avião foram realizadas na Floresta Amazônica em RBA (9,01°S, 64,72°O, região localizada entre as cidades de Porto Velho e Rio Branco). As medidas realizadas pelo FTIR foram feitas no município de Porto Velho 8,8°S, 63,9°O. As análises das medidas de perfil vertical de avião foram realizadas no Laboratório de Gases de Efeito Estufa - LaGEE, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, em São José dos Campos - SP, enquanto que as medidas do FTIR foram analisadas pelo Instituto de Aeoronomia da Bélgica (Belgian Institute for Space Aeronomy (BIRA-IASB)). As medidas obtidas nesse trabalho, revelam uma variação interanual com crescimento das concentrações de CH4 no decorrer dos anos. As concentrações de metano obtidas nos perfis verticais de avião são maiores nas alturas mais próximas da superfície, abaixo da camada limite planetária (< 1,5 km), o que é um indicativo que esta região da Amazônia contribui com as emissões de metano para a atmosfera, contudo, a taxa de crescimento das concentrações de CH4 do local de estudo (5,7 ppb ano-1), ainda é menor que a taxa média global (7,7 ppb ano-1). Os resultados da intercomparação entre as medidas de perfil de avião e do FTIR indicam que os perfis de avião validam os resultados obtidos pelo FTIR. |