Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1978 |
Autor(a) principal: |
Furquim, Sebastião Leme Lemi |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6134/tde-14052020-132750/
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Resumo: |
Não se pode esperar muito de soluções únicas e isoladas quando estão envolvidos problemas pertecentes ao complexo da ecologia e da poluição ambiental. Os problemas de poluição, pois, como qualquer questão ligada ao meio ambiente, requerem preocupações e correções múltiplas que envolvem como um todo as grandes áreas da poluição do ar, do solo e das águas. Resta a um rio que já recebeu poluição, apenas uma alternativa, depurar-se. A capacidade de autodepuração de um curso de água poluído, está diretamente relacionada com a capacidade que possui o sistema de transferir oxigênio do ar para o interior da massa líquida. Por essa razão rios turbulentos e acidentados têm maior capacidade de autodepurar-se que os rios de planície. Baseados neste conceito, foram idealizados, na Holanda, os sistemas de tratamento denominados valos de oxidação, que constituem verdadeiros modelos reduzidos de rio, nos quais a reaeração é obtida através da turbulência provocada artificialmente por intermédio de agitadores superficiais. Uma variante desse método é a de se instalar agitadores, ou seja, aeradores nos próprios rios, vindo constituir verdadeiras cachoeiras artificiais. Levantou-se a experiência de outros países, formulários e os processos existentes. Organizou-se um cotejo técnico e econômico entre os mesmos e concluiu-se que o mais indicado é o de aeradores superficiais, devido ao seu menor custo e versatilidade operacional. |