Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Martins Junior, Albano Soares |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16134/tde-04032010-160503/
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Resumo: |
Nossa preocupação surgiu da necessidade de analisarmos a ordem, (dentro do domínio do icônico), que se estabelece nos sistemas de montagem de feiras e exposições, seus paradigmas e sintagmas, através do ponto de vista perceptivo, informacional, gerador de protótipos e experimentações. Por tratar-se de um ambiente inerentemente efêmero e transitório, as montagens realizadas em eventos tendem a proporcionar ambientes renovados. Em síntese, provocam menor impacto porque os prazos de sua existência são limitados. Removidos dos lugares que ocuparam devolvem-lhes suas condições originais. Logo, é esse o caminho para chegarmos aos usos justapostos e complexos, onde, sociedades cada vez mais industrializadas, exigem a necessidade da ocupação de espaços possibilitando diversas funções, com atividades sazonais e ou eventuais, organizam espaços cada vez mais informatizados, distintos de caráter essencialmente mecânicos e com a qualidade de fazer preservar espaços montados para atividades transitórias, os espaços como complexos portadores de informações e transformados intencionalmente em veículos informacionais. |