Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Santos, Adriana Magalhães |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42132/tde-17122010-141513/
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Resumo: |
Paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis e é considerada a 10º causa de morte dentre doenças infecciosas e parasitárias no Brasil. As células dendríticas (DCs) são as mais eficientes na apresentação de antígenos, e sendo de 100 a 1000 vezes mais eficientes que um adjuvante não específico. P10, motivo específico de 15 aminoácidos derivado da gp43 excretada pelo fungo, é reconhecido por linfócitos T, direciona para resposta Th1 e confere proteção no modelo experimental. Nesse sentido, analisamos a capacidade de DCs pulsadas com P10 em ativar uma resposta protetora. In vitro observamos que a proliferação de esplenócitos foi maior quando a reestimução era feira com P10 e DCs juntos. In vivo, camundongos infectados e tratados com DCs pulsadas com P10 apresentaram diminuição da carga fúngica e melhoria do tecido pulmonar, aumento de IFN-<font face=\"Symbol\">g/IL-12 e diminuição de IL-4/IL-10. Esses resultados evidenciam o potencial das DCs atuando como adjuvante para o P10 em uma vacina para o tratamento e cura da PCM. |