Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Silva, Jonas Ismael da |
Orientador(a): |
Macagnan, Clea Beatriz |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
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Departamento: |
Escola de Gestão e Negócios
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3446
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Resumo: |
Esta dissertação apresenta resultados de um estudo empírico sobre recursos intangíveis , fundamentado na teoria de Recursos e Capacidade - Resource Based View of the Firm (RBV). Objetivou-se analisar se existe relação entre o investimento de recursos intangíveis e o desempenho econômico-financeiro das empresas dos setores elétrico e financeiro, com ações listadas na BM&FBOVESPA. Em termos metodológicos, utilizou-se o Value Added Intellectual Coefficient - VAICTM, como coeficiente de valor agregado dos recursos intangíveis, proposto por Pulic (2000). A análise das evidências foi realizada em três amostras. A primeira, composta por 137 empresas, com evidências correspondentes a dois anos. A segunda, formada por 23 empresas do setor elétrico, com evidências correspondentes a oito anos. A terceira, constituída por 21 empresas do setor financeiro, com evidências correspondentes a oito anos. Utilizou-se a técnica de mínimos quadrados ordinários com dados em painel. A primeira análise não apresentou resultados estatisticamente significativos, não se comprovando a relação explicativa entre recursos intangíveis e desempenho econômico-financeiro das empresas. Nas amostras do setor elétrico e financeiro, os resultados foram estatisticamente significativos. Verificou-se que, para o desempenho econômico-financeiro das empresas, o capital financeiro e o capital humano são mais explicativos do que o capital estrutural. |