Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Dode, Maria Teresa Bicca |
Orientador(a): |
Junges, José Roque |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio do Sinos
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Escola de Saúde
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/2971
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Resumo: |
A humanização é uma política transversal de todo Sistema Único de Saúde que pretende integrar os diferentes níveis de atenção. Sem um trabalho em rede não pode haver humanização. O elo fraco dessa rede quanto à humanização é o nível secundário de atenção. Este estudo objetiva justamente entender a humanização na atenção secundária como serviço de atendimento e como processo de trabalho em rede. Para tanto, foram entrevistados 10 profissionais de diferentes especialidades atuantes no ambulatório da Universidade Católica de Pelotas. Os resultados comprovaram que a atenção secundária como serviço, caracteriza-se como fragmentada e desarticulada da atenção básica e da atenção hospitalar, apesar de ser considerada como elo fundamental dentro do sistema de saúde. Além disso, a atenção secundária como processo de trabalho tem característica hospitalocêntrica, enfatizando o tecnicismo e a hierarquização, dificultando uma atenção à saúde concebida como um todo. Fica evidente a importância de uma visão sistêmica de saú |