O Sistema Regional de Inovação do Amazonas com foco na Interação Universidade Empresa Estudo de caso das empresas do subsetor bens de informática do Pólo Industrial de Manaus

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Piñeiro, Shirlei Regina Vilar da Costa
Orientador(a): Puffal, Daniel Pedro
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Gestão e Negócios
Departamento: Escola de Gestão e Negócios
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/8763
Resumo: O objetivo deste trabalho foi investigar se o Sistema Regional de Inovação do Estado do Amazonas (SRI-AM) tem atuado com eficiência na relação estabelecida entre as empresas do subsetor de bens de informática (BI) e as universidades do estado no processo de inovação tecnológica, considerando a Lei de Informática e a legislação da Zona Franca de Manaus (ZFM). Para tanto, inicialmente foi realizada revisão literária, abordando os conceitos de inovação, de sistema nacional e regional de inovação, e de interação universidade-empresa com o propósito de nortear a pesquisa; em segundo momento foi realizada a coleta de dados secundários, referentes aos atores que compõem o arcabouço regional; e investigação dos indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Amazonas; adicionalmente para ilustrar a investigação, em terceiro momento foi realizada pesquisa quantitativa junto às empresas do subsetor de bens de informática da ZFM, assim como entrevistas, de cunho qualitativo, com atores do SRI para integrar a análise dos dados. Revelou-se que embora tenha completa estrutura orgânica o SRI-AM, com foco na Interação Universidade-Empresa do subsetor de BI, é potencialmente ineficiente e com pouca dinamicidade na relação entre os polos científico e produtivo. Verificou-se ainda que apenas 8% das universidades possuem relacionamento com as firmas deste subsetor e que 2% dos recursos de advindos do incentivo fiscal da Lei de Informática são utilizados para formalização de convênios com as IES, por meio de ações ligadas a quatro Grupos de Pesquisa, todos pertencentes à Grande Área de Conhecimento das Engenharias. Constatou-se ainda que embora crescentes investimentos em C&T no estado, as firmas posicionam as universidades na 13ª posição como importante fonte de informações à inovação tecnológica.