Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Petry, Daniel Bassan |
Orientador(a): |
Fischer, Gustavo Daudt |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação
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Departamento: |
Escola da Indústria Criativa
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3318
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Resumo: |
Partindo de uma afetação criada pelos filmes da Nova Hollywood que utilizam efeitos visuais, surge a necessidade de reflexão sobre o que são e como agem estes efeitos (analógicos e digitais) no cinema comercial contemporâneo e na cultura visual, principalmente através do entendimento de que o cinema é parte integrante desta cultura. Com os trabalhos de Manovich (2002, 2008), Mirzoeff (1999), Zielinski (2002) e Mitchel (2004) como base, percebemos a importância da inclusão do software na produção de produtos culturais, transformando a cultura contemporânea também em cultura do software. Realizando uma busca de inspiração arqueológica analisamos os filmes Um homem de cabeça (Georges Méliès, 1898), Star Wars: Episódio IV (George Lucas, 1977), Forrest Gump (Robert Zemeckis, 1994), a trilogia O Senhor dos Anéis (Peter Jackson, 2001, 2002 e 2003) e Avatar (James Cameron, 2009) identificamos relações entre os softwares utilizados para a criação de efeitos visuais digitais com as técnicas existentes nos filmes criados, utilizando somente procedimentos analógicos. A partir dessas traçam-se as relações existentes entre os filmes, com intenção de entender como os efeitos visuais atuam no cinema contemporâneo. |