A ocupação do espaço construído e as práticas de consumo de famílias moradoras do Programa Minha Casa Minha Vida
Ano de defesa: | 2016 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Ciências Domésticas Brasil UFRPE Programa de Pós-Graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/7528 |
Resumo: | A presente dissertação responde a uma temática de interesse e instigação, na minha história pessoal enquanto docente de disciplinas tais como: Estudos e Projetos Habitacionais, Espaço Habitacional e Antropometria e Ambientação, no Curso de Bacharelado Economia Doméstica, no Departamento de Ciências Domésticas, da Universidade Federal Rural de Pernambuco. A pesquisa foi desenvolvida a partir do Programa de Pós-Graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social, apresenta a Política Habitacional de Interesse Social, o Programa Minha Casa Minha Vida - PMCMV, relacionada ao espaço construído de moradias e as práticas de consumo de famílias, por meio de estudos de dois conjuntos habitacionais populares, um de moradias verticais, apartamentos, e outro de moradias horizontais, casas, na Região Metropolitana do Recife,um na RPA2 e outro no Município do Paulista. Os estudos revelaram que os espaços construídos das habitações de interesse social vem atendendo em parte as demandas de famílias que encontravam-se em áreas de risco, e que a sua ocupação e uso dos mobiliários e eletrodomésticos ficam comprometidos, pois muitas dessas famílias não compraram novos móveis, adaptando os que já possuem, e/ou compraram novos móveis cujas dimensões, os ambientes não comportavam, por falta supomos, da compreensão do espaço construído, que vem a ser de uma visão antropometria e ergonômica. Adotou-se uma abordagem qualitativa e quantitativa, para caracterizase também, como pesquisa exploratória realizada, visando uma análise crítica sobre a problemática da habitação na sociedade de consumo contemporânea. Reflexões sobre a realidade urbana brasileira, as contradições materializadas nas cidades, atreladas aos problemas gerados do mercado imobiliário, depredação ambiental, inexistência de infraestrutura, violência, transportes deficientes, os movimentos sociais, a acumulação capitalista, do Estado e dos meios de consumo. Encontraramse moradoras(es) felizes com a aquisição da casa própria, mas ao mesmo tempo preocupadas(os) com questões referentes a problemas estruturais da edificação, da ocupação dos pequenos espaços construídos, como também da convivência entre vizinhos. Entre os resultados obtidos destaca-se a necessidade de ampliar as Políticas Sociais no que concerne as habitações para as questões relativas: as alterações do Projeto Arquitetônico original, ao Convívio Coletivo, ao Consumo de Bens e Serviços e noções de Antropometria e Ergonomia do espaço construído. |