Seleção de Citrus spp. quanto ao desenvolvimento e qualidade de frutos para o agreste pernambucano
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Agronomia Brasil UFRPE Programa de Pós-Graduação em Melhoramento Genético de Plantas |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/5572 |
Resumo: | A citricultura brasileira necessita de um novo modelo de desenvolvimento e a Região Nordeste tem grande potencial para esta produção. A microrregião de Garanhuns apresenta condições edafoclimáticas favoráveis ao cultivo de citros e poderia gerar um volume de produção para atender ao mercado regional. O objetivo deste estudo é identificar variedades de citros quanto ao desenvolvimento vegetativo e qualidade de frutos que sejam adaptáveis ao Agreste Meridional de Pernambuco, visando dar suporte para produção na região. O experimento foi conduzido em um pomar, com oito anos de implantação na Estação Experimental de Brejão - PE, Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), composto por 14 variedades de laranjeira, 12 variedades de tangerineiras e 3 pomeleiros. O delineamento foi em blocos casualizados, três repetições e uma planta por parcela. As variedades Salustiana (3,40 m) e Bahia 101 (3,17) apresentaram maiores altura da planta nas avaliações de 2013 e 2014, respectivamente. A Pêra D6 obteve a menor altura nos dois anos de avaliação com 2,23 e 2,20 m. Para o índice de compatibilidade destacou-se as laranjeiras Lima, Pêra D6, Pêra D9 e Pêra D12; a tangerineira Minneola; e os pomeleiros Star Ruby e Henderson que apresentaram valores mais próximos a um. A tangerineira Nova (12,34 m3) e o pomeleiro Flame (5,56 m3) apresentaram os menores valores para volume de copa na última avaliação. Os frutos de maior massa e tamanho foram observados na laranja Bahia 101 e a tangerina Robinson (1,62 mm) obteve menor espessura da casca. Para rendimento de suco, a laranja Valência Tuxpan (55,58%) obteve o maior valor, nas tangerinas houve variação de 32,38% (Kinnow) a 58,66% (Murcott). O menor teor de sólidos solúveis foi encontrado na laranja Hamlin 02 (6,97°Brix) e o maior na Rubi (11,73°Brix), nas tangerinas a variedade Piemonte (10,53°Brix) se destacou contrapondo-se a Lee (7,13°Brix). Devido à baixa acidez, a laranja Lima (78,20) apresentou elevado teor da razão SS/AT. A laranja Valência Tuxpan (63,73 mg/100g) apresentou elevado teor de vitamina C. O pomelo Henderson obteve destaque em relação à qualidade dos frutos. |