Avaliação da eficiência do método de julgamento morfofuncional das raças campolina e mangalarga marchador
Ano de defesa: | 2017 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Unidade Acadêmica de Garanhuns Brasil UFRPE Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal e Pastagens |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/7998 |
Resumo: | Objetivou-se verificar se nos últimos anos o critério de julgamento adotado para as raças Campolina e Mangalarga Marchador obteve êxito, ou seja, se as gerações seguintes apresentam a morfologia preconizada pelo padrão racial associada ao andamento marchado de qualidade. Para tanto, as classificações conquistadas por cada equino durante as exposições nacionais nos julgamentos de morfologia e marcha foram submetidas à correlação de Spearman, para registrar o número de campeonatos com correlação (P<0,05) entre as classificações dos julgamentos de morfologia e marcha ou sem correlação (P>0,05). Em seguida, o número de campeonatos com ou sem correlação foram submetidos ao teste de distribuição de frequência, considerando as variáveis: raça, ano, idade, categoria de andamento e sexo. Também foram utilizados como parâmetro os coeficientes de correlação de Spearman (r) dos campeonatos com correlação. Apenas na raça Mangalarga Marchador houve diferença entre os anos avaliados, registrando-se entre 1998 e 2004 maior número de campeonatos com correlações entre as classificações nos julgamentos de morfologia e marcha. Em ambas as raças, os potros apresentaram maior número de campeonatos com correlação que os equinos adultos. Ao comparar os coeficientes de correlação de Spearman, os campeonatos da raça Campolina apresentaram r superior ao da raça Mangalarga Marchador, 68,14% e 63,68%, respectivamente. Apenas na raça Mangalarga Marchador os machos apresentaram valor de r superior ao das fêmeas, 67,27% e 59,73%, respectivamente. Concluiu-se que os critérios de julgamento adotado pelas associações das raças Campolina e Mangalarga Marchador não estão conseguindo convergir nas gerações seguintes a morfologia preconizada pelo padrão racial associada ao andamento marchado de qualidade. |