Densidade e biomassa do marisco (Anamalocardia flexuosa) no banco de extração da praia de Mangue Seco, Igarassu-PE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: LIMA, Severino Adriano de Oliveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Pesca e Aquicultura
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Recursos Pesqueiros e Aquicultura
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/7932
Resumo: A praia de Mangue Seco, no estado de Pernambuco é um local com grande quantidade de ecossistemas e se destaca principalmente pela captura da espécie Anomalocardia flexuosa. Delineamento da região que tem perceptíveis característica físicas e morfodinâmicas foi considerado. Primeiramente os efeitos das águas circundantes e a proximidade da linha de praia foram considerados, assim três principais estratos de localização foram avaliados (borda, interior costa e interior mar), além de estratos secundários com divisões latitudinais e longitudinais. Na divisão do banco de Mangue Seco foi possível diferenciar, principalmente, quatro estratos de localização, no entanto, ressalta-se que zoneamento deve ser um processo dinâmico. A praia de Mangue Seco tem uma atividade tradicional e bastante antiga de captura de A. fleuxosa, porém um tipo de draga foi introduzido como arte de pesca no banco e o seu predomínio é recente. A draga é utilizada, principalmente com dois tipos de malha e apesar da malha maior de 20 mm capturar um percentual de indivíduos maiores do que 20 mm do que a malha de 16 mm, ambas tem maior proporção de retenção de indivíduos que menores que 20 mm, o que denota cuidado para seu uso. Adicionalmente, esse meio de captura pode impactar a malacofauna que não é alvo da pesca, ocasionando mortalidade até mesmo em caso de escape por danos físicos na concha. De fato, isso é preocupante pois nos resultados avaliados a maioria dos moluscos parecem se sobrepor em termos de distribuição. Há preocupação com os moluscos que não são capturados comercialmente, porém para espécie alvo trabalhos alertam que os comprimentos da mesma já devem estar inteiramente comprometido, o que gera a hipótese de sobre pesca de crescimento, porém verifica-se que na atual situação não há potencialmente sinais de sobrepesca de crescimento, mas que o incentivo para incrementos de mortalidade por pesca não devem ser considerados.