Vende-se artistas : a dimensão econômica da crítica a partir da arte brasileira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Caldas, Felipe Bernardes
Orientador(a): Carvalho, Ana Maria Albani de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/186012
Resumo: A presente tese tem como tema o processo de mercantilização da arte contemporânea nas seguintes instâncias: a obra, o artista, e a crítica. A pesquisa debruça-se a analisar e problematizar como a crítica oriunda da produção contemporânea, especificamente a partir do trabalho de Paulo Nazareth, adquire a condição de mercadoria e a de slogan de mercado em um circuito de galerias e instituições amplamente reconhecidas. Neste processo, procura-se distinguir crítica, pensamento crítico, postura crítica e atitude crítica. Através das práticas artísticas de Ricardo Basbaum, Rosângela Rennó e Paulo Nazareth, debatem-se as categorias tradicionais da economia política aplicadas ao mundo artístico, tais como mercado, mercadoria, valor, força produtiva e trabalho, assim como os discursos historicamente construídos entre as artes visuais e os sistemas produtivos. A partir deste cruzamento entre diferentes práticas artísticas, abordagens teóricas e a experiência diante da obra, constrói-se a tese de que a crítica sob determinadas circunstâncias adquire uma dimensão econômica.