Seria Santiago uma localidade remota? Um estudo sobre aglomeração e desenvolvimento

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Bertazzo, Catiane Uberti
Orientador(a): Lahorgue, Maria Alice Oliveira da Cunha
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/55489
Resumo: As cidades constituem-se num fator estratégico na evolução das sociedades e onde se dá o processo de difusão das inovações e desenvolvimento do setor produtivo. Cabe ao seu funcionamento promover economias de aglomeração e explorar o universo da diversidade produtiva, comercial e cultural a fim de suscitar alternativas de organização às empresas para obterem maiores ganhos e competitividade. Tem-se que estudar detalhadamente o papel das inovações e avaliar as estratégias do sistema produtivo e as variáveis dos métodos de aglomeração no desenvolvimento urbano. Dentro dessa perspectiva a presente dissertação analisa as condições favoráveis e desfavoráveis de crescimento do setor industrial de Santiago, cidade de 49.082 habitantes, localizada no Rio Grande do Sul/Brasil, levantando necessidades e possíveis oportunidades, considerando sua localização geográfica alheia aos fluxos de trocas promovidos pelos núcleos urbanos mais desenvolvidos. Foram calculados vários índices comparativos de crescimento e caracterização das principais atividades produtivas, níveis de emprego, geração de renda de Santiago e do Corede Vale do Jaguari e constatou-se que Santiago só cresceu dentro da média do Estado, não se destacando em nenhuma atividade industrial e não conseguindo articular algum setor com base na cooperação e construção de aglomerações produtivas.