Princesa preta não existe : o ensino de arte entre telas e infâncias

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Campos, Juliano de
Orientador(a): Pillar, Analice Dutra
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/172198
Resumo: Esta pesquisa discute aproximações entre infâncias, hipervisualidade e ensino de artes e culturas visuais, com o objetivo de refletir sobre a produção de fotografias e audiovisuais na educação infantil. Os aportes teóricos são os estudos da infância, do ensino das artes e culturas visuais e da audiovisualidade. A metodologia, de abordagem qualitativa, utilizou o método exploratório com um grupo de crianças. Para tal foi selecionada uma escola de educação infantil, situada na cidade de Porto Alegre (RS), e nesta um grupo de crianças do Jardim II, que no ano de 2015, realizaram e analisaram desenhos, fotografias e vídeos. Em forma de ensaio, esta dissertação aproxima-se das pesquisas exploratórias e narrativas, relacionando a experiência do pesquisador com os aportes teóricos dos campos relacionados. Concluiu-se que é oportuno propor exercícios com o uso de tecnologias de produção audiovisual na educação pré-escolar, de modo a auxiliar as crianças a se situarem na hipervisualidade em que estamos inseridos na contemporaneidade, permitindo um deslocamento do papel de consumidoras para os papéis de produtoras e leitoras de imagens e vídeos.