Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Bampi, Rodrigo Eduardo |
Orientador(a): |
Horn, Carlos Henrique Vasconcellos |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/187577
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Resumo: |
A hipótese de um quadro de desindustrialização na economia brasileira a partir de fins dos anos 1980 tem sido tema de um amplo debate entre economistas do país. Mesmo que não exista consenso com relação ao enquadramento técnico em um processo de desindustrialização, observa-se, na literatura, convergência em relação a preocupação com o comportamento da produção industrial brasileira e concordância ao apontar a apreciação cambial como o principal fator que tem levado à perda de competitividade do setor industrial brasileiro. Assim, o presente estudo buscou avaliar se existe relação de causalidade entre a apreciação cambial e a produção industrial brasileira. Os resultados do estudo, que se baseia em dados do período 1996-2016, apontam para a não confirmação da hipótese de causalidade entre apreciação cambial e produção industrial. De forma mais ampla, ao avaliar os resultados obtidos junto às variáveis de controle, destaca-se uma relação de causalidade entre Produção Industrial e as variáveis referentes a Estabilidade Econômica e Expectativas, enquanto que não foi identificada relação de causalidade entre a Produção Industrial e as variáveis de Crédito e Taxa Real de Juros. Adicionalmente, identificou-se heterogeneidade no comportamento dos diferentes segmentos da indústria em relação à apreciação cambial. Além disso, o estudo demonstrou que o grupo de segmentos da indústria com perfil importador líquido se beneficia da apreciação cambial, enquanto que os segmentos da indústria com perfil exportador líquido são prejudicados pela apreciação cambial. |