Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Astarita, Juliana Guimarães de Alencastro |
Orientador(a): |
Goldim, José Roberto |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/254458
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Resumo: |
Introdução: Situações de fim de vida representam um desafio para os profissionais de saúde, pois são situações complexas e que exigem uma série de articulações entre equipe de saúde, paciente e famílias. Os processos que envolvem cuidados paliativos com bebês são pouco abordados na literatura e contam com poucos estudos no Brasil. A bioética complexa se insere nesse contexto de forma a auxiliar na comunicação e no processo decisório de cuidado paliativo com bebês. Objetivos: descrever o processo de cuidados paliativos com bebês, nos aspectos de tomada de decisão, comunicação, compreensão, percepção e sentimentos dos médicos assistentes e das mães dos bebês. Métodos: Foi um estudo qualitativo, do tipo exploratório e descritivo, de desenho retrospectivo, em que foram entrevistados quatorze indivíduos, sete médicos pediatras e sete mães de bebês que estiveram em cuidado paliativo, entre os períodos de 2018 a 2022 em unidades de cuidado do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Conclusão: Concluiu-se que há limitações no entendimento do conceito de cuidados paliativos, tanto dos profissionais quanto das mães entrevistadas, e que essas limitações interferem na compreensão e no processo decisório. Esse estudo também mostrou que a maioria dos profissionais não tem capacitação em comunicação de más notícias ou cuidados paliativos, apresentando uma falha na formação em saúde. |