Proposta de monitoramento de edificação através de ensaios não destrutivos e smart building visando identificar regiões com maior probabilidade de corrosão de armadura

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Oliveira, Leonardo Covatti de
Orientador(a): Silva Filho, Luiz Carlos Pinto da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/285435
Resumo: A industria da construção civil vem evoluindo constantemente para atender as necessidades do mercado imobiliário e dos seus respectivos clientes. Com isso, diversas edificações de múltiplos pavimentos são construídas em ambientes com atmosfera altamente agressiva. Em cidades com grandes fluxos de veículos e construídas próximas ao mar os agentes agressivos nocivos para o concreto armado, presentes na atmosfera que envolve o micro e meso clima da construção, são o dióxido de carbono e cloretos em suspensão. Esses agentes agressivos penetram pela matriz cimentícia, causando alterações químicas no interior de elementos de concreto armado podendo criar condições para a iniciação da corrosão das armaduras. No processo de corrosão de armadura em estágio avançado ocorrerá o desprendimento volumétrico do concreto que, caso ocorra em uma fachada de um empreendimento de múltiplos pavimentos, poderá causar danos severos na região de influência da construção. Assim, essa pesquisa tem como finalidade fornecer indicadores de degradação devido a carbonatação e penetração de cloretos através de ensaios não destrutivos em campo para que projetistas, executores e gestores de construções tenham mais subsídios para tomarem decisões de projetos, manutenções e reparos que se façam necessários em um empreendimento. Logo, através de ensaios não destrutivos foram monitoradas as fachadas de uma edificação de 19 pavimentos construída beira mar em 1975 na cidade de Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brasil, por 12 meses com sensores digitais e corpos de prova de argamassa com alta sensibilidade ao ataque de dióxido de carbono. Com os resultados analisados através de Análise de Variância e Comparação Múltipla de Médias, para afirmar com 95% de confiança quais pontos monitorados foram os mais degradados, foi constatado as fachadas norte e sul sofreram as maiores agressões devido ao microclima, porém, sem diferença estatística significativa entre sí quando considerados os pontos cardeais, tempo de exposição e altitude.