Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Gonzaga, Gustavo Credidio de Azevedo |
Orientador(a): |
Niquito, Thais Waideman |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/275012
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Resumo: |
O Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) foi criado pelo governo brasileiro para reduzir os efeitos adversos da crise econômica decorrente da pandemia da Covid19 no mercado de crédito e consistiu na concessão de garantias para operações de crédito realizadas majoritariamente por micro e pequenas empresas (MPEs). O presente trabalho utiliza dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estimar, por meio de um modelo de diferença-em-diferenças, o efeito da contratação das operações de crédito no âmbito do Peac em sua modalidade de garantias, o Peac-FGI, sobre o número de empregados das empresas que as contrataram, para assim avaliar se o programa atingiu seus objetivos de preservar empresas, emprego e renda ao facilitar o acesso ao crédito por meio da concessão de garantias, bem como uma análise de seu custo-benefício - que, ponderado o fato de o Peac-FGI ter se tratado de um programa emergencial, desenhado e implementado em um contexto muito particular de crise sanitária, mostra que os custos superam os benefícios em cerca de 2,6 vezes. As estimações realizadas mostram que a adesão ao programa exerceu um efeito positivo de 7,5% no número de empregados das empresas participantes. |