Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Boas, Marco Antonio F. Villas |
Orientador(a): |
Rossi, Carlos Alberto Vargas |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/168928
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Resumo: |
Nesta dissertação entende-se Governança Corporativa como um conjunto de práticas empresariais potencialmente relacionadas com o desempenho operacional e o desempenho frente ao mercado de capitais, seguindo estudos que têm sugerido essa relação. A pesquisa se propôs a investigar, no caso das companhias abertas brasileiras, a significância do pertencimento aos segmentos diferenciados de listagem da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (BM&FBOVESPA) sobre os indicadores de resultado operacional das empresas listadas no Brasil, mais especificamente em relação aos retornos sobre ativos (ROA) e sobre patrimônio líquido (ROE), e a outros indicadores lastreados no lucro antes de juros e impostos (EBIT) e no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA). Empregaram-se, aqui, métodos quantitativos em um modelo de regressão linear. O trabalho teve como referência principal o artigo de Brown e Caylor (Corporate Governance and Firm Operating Performance, 2009). Os resultados foram mistos e inconclusos em termos de significância, ao modelar ROA, ROE e indicadores baseados em EBIT e EBITDA, contra os segmentos de listagem, mesmo empregando variáveis de controle como o valor de mercado, a razão entre o patrimônio líquido e o valor de mercado, e o endividamento das empresas. Recomenda-se, assim, para estudos futuros, aprofundar a análise e a determinação das variáveis de controle, além de buscar atenuar as limitações devidas à endogeneidade e à causalidade reversa, pelo uso de variáveis instrumentais, e pelo emprego de métodos econométricos mais robustos, como equações estruturais. |