Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Bagnati, Mariana Moura |
Orientador(a): |
Fedrizzi, Beatriz Maria |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
eng |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/194501
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Resumo: |
O jardim de cura é uma categoria de ambiente que tem por intuito o apoio no restabelecimento da condição de bem-estar do indivíduo. Esse tipo de jardim é empregado em instituições dedicadas à saúde de pessoas em diversas condições, e com diferentes patologias: Alzheimer, cânceres, transtornos alimentares, transtornos relativos ao estresse, dentre outras. Esta pesquisa é feita através de um estudo de caso que, com o apoio do Hospital Espírita de Porto Alegre, investiga os espaços abertos da instituição, e a relação mantida entre os indivíduos da área da reabilitação de toxicodependência e o meio externo. Ao descobrir essas demandas sobre o pátio hospitalar, com base na Teoria do Ambiente Solidário, faz-se a sugestão de ambientes possíveis para o jardim de cura da entidade, tornando o processo de reabilitação mais afável, e que usufrua do potencial terapêutico da natureza. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, baseada na compreensão da realidade da reabilitação de adictos, que é apoiada por técnicas metodológicas, como o survey, o design social e a observação. Na tese, tem-se como conclusões, além da proposição dos ambientes para o jardim de cura do hospital, a identificação da subutilização do pátio da entidade para o desenvolvimento de atividades terapêuticas, em oposição ao desejo de pacientes e de funcionários de usufruírem por mais tempo deste meio. |