Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2001 |
Autor(a) principal: |
Lain, Marguete Juliana Schmidt |
Orientador(a): |
Altenhofen, Cleo Vilson |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/216909
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Resumo: |
O conhecimento de mais de uma língua nos dias de hoje constitui, sem dúvida, uma condição essencial para aqueles que desejam não apenas se comunicar com o mundo, mas também competir no mercado de trabalho e garantir o acesso aos meios de comunicação, a ciência e à tecnologia. Não obstante esse fato, é preciso reconhecer que a aprendizagem de uma segunda língua não acontece de forma rápida e isenta de dificuldades, ainda mais considerando o quadro atual do sistema educacional brasileiro onde a segunda língua e ensinada/aprendida como língua estrangeira. Dai decorre que fora do contexto escolar, o aprendiz de L2 dispõe de raras oportunidades (senão quase inexistentes) de expandir sua aprendizagem Deste modo, coloca-se ao professor de L2 a exigência que se otimize aquilo que é ensinado em sala de aula através de uma abordagem, onde o aluno assume a responsabilidade sobre a sua própria aprendizagem tornando-se, desta forma, um aprendiz autônomo e bem-sucedido. Uma das maneiras de atingir tal objetivo e através da exploração de estratégias de aprendizagem conforme o treinamento estratégico proposto por Oxford (1990), o qual engloba o conhecimento sobre as estratégias de aprendizagem e o uso consciente das mesmas. Partindo do pressuposto de que é possível treinar o aluno no uso dessas estrategias, procedemos, então, a pesquisa em sala de aula, durante um período de aproximadamente dois semestres letivos, aplicando o método de Oxford a um estudo comparativo entre dois grupos falantes de português como L1 e aprendizes de inglês como L2. Foram duas as conclusões mais importantes obtidas nesta pesquisa. Em primeiro lugar, verificamos que poucos são os alunos que fazem uso de estrategias de aprendizagem e quando o fazem, o fazem, na maioria dos casos, de forma inconsciente não importando qual a idade dos mesmos. Entretanto, a nossa segunda constatação nos leva a crer que o aluno desafiado e ensinado a aprender, dentro de uma abordagem interativa, pode obter autonomia e sucesso na sua aprendizagem. O presente estudo visa, através do que foi observado e desenvolvido, contribuir para mostrar novos horizontes tanto aos professores de línguas estrangeiras quanto aos de outras áreas do ensino em geral. |