Análise do trânsito no Rio Grande do Sul no período 2011 a 2021 : o perfil do condutor gaúcho e os dados de sinistralidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Grisa, Filipe
Orientador(a): Domingues, Fabian Scholze
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/255143
Resumo: Este trabalho busca trazer uma análise do trânsito nos panoramas globais, brasileiros, e regional, do Rio Grande do Sul no período de 2011 a 2021, buscando uma análise da construção a partir dos indicadores estatísticos da sinistralidade no trânsito, bem como sua aplicação de maneira relativa a outros indicadores socioeconômicos e geográficos. A partir de base de dados de órgãos mundiais, nacionais e regionais este trabalho busca estimar os números relativos de mortes no trânsito no período de 2011 a 2021, para melhor determinar as questões que originam as fatalidades. Constatou-se que o trânsito mundial mata 1,2 milhões de pessoas no mundo ao ano. O Brasil é o 3° colocado entre os países com mais vítimas por sinistro de trânsito. Em números relativos, o Brasil está abaixo da média mundial de fatalidades no trânsito, mas ainda acima da meta mundial estipulada pela ONU. A maioria dos municípios brasileiros têm média acima da média mundial de fatalidade relativa. A situação do Estado do Rio Grande do Sul é melhor, apesar de ser o estado que menos habilitou pessoas a dirigir na última década. Na base estadual de condutores observou-se um aumento no nível de escolaridade dos condutores habilitados, podendo se associar a isso níveis mais altos de renda. O Estado apresenta índice de mortes por sinistro de trânsito ligeiramente melhor que a média brasileira em termos relativos, porém mais da metade dos municípios gaúchos estão com a média de mortes acima da média mundial. Houve um crescimento de mulheres condutoras no período, o que pode ter colaborado para a melhora no trânsito gaúcho. Porto Alegre, capital do estado, se destaca por ser o único município brasileiro com população acima de um milhão de habitantes que atingiu a meta mundial.