Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Morrudo Filho, Carlos Alberto |
Orientador(a): |
Matos, Izabella Barison |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Espanhol: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/147029
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Resumo: |
A dissertação apresenta discussão referente aos deslocamentos de pensamentos referentes aos conceitos de saúde, estes problematizados em duas Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde (VER-SUS), Lages, edições 2011 e 2012. O desafio insere-se na seguinte questão: estilhaçar a subjetividade e produzir outros modos de pensar saúde. O VER-SUS, tem se revelado ferramenta ativadora de incômodo ao que está instituído como: normal, comum e natural, tanto na graduação como no cotidiano dos serviços em saúde. Para o estudo de campo, iniciou-se com estudos bibliográficos referentes à temática: conceitos/concepção de saúde. Tratou-se de pesquisa com abordagem qualitativa, cujos instrumentos de produção de dados foram: pesquisa documental, pesquisa bibliográfica e entrevistas semiestruturadas aplicadas a viventes (estudantes, docentes e facilitadores) que participaram do VER-SUS Lages das edições citadas. Os dados coletados foram analisados a partir de mapas analíticos que se propõem a construir mapas transversais às produções do desejo, em ato. Em interligação aos mapas analíticos, os dados coletados tiveram aporte dos conceitos de Experiência, e de Encontro, os quais permitiram destacar alguns disparadores de deslocamentos de imagens de saúde, tais como: Olhares rizomáticos como produção de Experiências e Encontros no VER-SUS Lages (SC); Escutar: produzindo ruídos no modo estar com o outro; Como falar de coisas que não existem? Perguntar: ato possível para criação de problemas; Cheirar: territorializando imagens de saúde; Marcadores de subjetividades no VER-SUS Lages (SC). Com esses disparadores foi possível perceber que o os viventes que participaram do VER-SUS Lages (SC), edições 2011 e 2012, seja aluno, docentes e facilitador, produziram múltiplas imagens sobre saúde, as quais permitiram repensar a formação na área da saúde o que coloca o VER-SUS como cenário de aprendizagem potente para estilhaçar modos instituídos da compreensão sobre saúde. |