O trabalho de manutenção como arte : a trilogia do trabalho subalternizado e outros vídeos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Ozorio, Adriana Semensato
Orientador(a): Tedesco, Elaine Athayde Alves
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/287608
Resumo: Os trabalhos em fotografia e vídeo apresentados nesta dissertação foram desenvolvidos de 2018 a 2023 e buscaram refletir diversas questões. Em um primeiro momento, trata-se de dois trabalhos diretamente influenciados pela artista francesa Sophie Calle (1983) um deles pela fotografia encenada e o outro trata da busca, sem sucesso, por emprego de camareira em hotéis de Porto Alegre. Em seguida, a videoperformance “Aleitamento” evidencia suas relações com a invisibilidade de mulheres ao longo da história da arte, sob a luz de teóricas como Linda Nochlin, Griselda Pollock, Germaine Greer e Thiane Nunes; e, com isso, examinou-se a obra de artistas feministas como Roberta Barros e Mierle Ukeles. Em um terceiro momento, esta produção parte para proposições direcionadas a ações influenciadas pelo trabalho de Ukeles, para tanto, montou-se uma trilogia, performando como doméstica, recepcionista e ascensorista, tarefas de trabalhos subalterizados em instituições da área da cultura, em que se vivenciou experiências com os passantes produzindo sentidos e refletindo sobre experiências banais consideradas arte.