Ensino médio gaúcho em tempo integral : como escolas de Porto Alegre fazem a política?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Zocratto, Mariana Araujo
Orientador(a): Búrigo, Elisabete Zardo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/288740
Resumo: Este trabalho tem como objeto de estudo narrar as experiências de atuação da política de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) em duas escolas estaduais de Porto Alegre. A pesquisa pautou-se em ouvir profissionais da gestão escolar, com a seguinte indagação: como as escolas fazem a política do Ensino Médio em Tempo Integral? Utilizou-se como referencial teórico o conceito de atuação das políticas, formulado por Sthephen Ball e outras. Também recorreu-se a autores do campo das políticas públicas como Michael Lipsky e Gabriela Lotta, que trabalham com os conceitos como burocratas em nível de rua para recorrer aos fazedores da política; e do campo da cultura escolar, como Justa Ezpeleta e Elsie Rockwell. Esta pesquisa foi desenvolvida combinando observação in loco com entrevistas semiestruturadas, com seis gestores escolares, além da análise de documentos normativos e de orientação sobre a política, procurando entender a situação de cada escola analisada. Por meio da pesquisa narrativa, buscou-se mostrar as vivências de seus profissionais da gestão escolar com a política do EMTI, e as possíveis repercussões da implementação da política para a comunidade escolar. Como resultados, foram observados que para a política ser implementada, de acordo com os gestores entrevistados, falta infraestrutura adequada para as escolas oferecerem o turno integral, faltam profissionais nas escolas para darem conta de toda demanda que a política exige, e principalmente, falta interesse dos alunos pelo modelo proposto.