Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2020 |
| Autor(a) principal: |
Muniz, Nathália Oderich |
| Orientador(a): |
Santos, Luis Alberto dos |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Tese
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Palavras-chave em Inglês: |
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| Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/214213
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Resumo: |
Um dos principais desafios da Engenharia de Tecidos é produzir matrizes 3D com uma estrutura suficientemente favorável para a viabilidade e propagação das células. Dentre as dificuldades existentes está o desenvolvimento de uma estrutura que permita a manutenção da viabilidade de células por meio de uma porosidade que promova a troca de nutrientes e gases, mas que possua uma resistência mecânica adequada para a região visada. Em prol da diversificação de materiais e técnicas de processamentos utilizados na Engenharia de Tecidos, garantindo assim sua redução de tempos e custos, permitindo sua ampla e irrestrita acessibilidade, faz-se imprescindível a continuidade do estudo de um dos mais recentes biomateriais criados: blenda de poli (ácido láctico-co-glicólico, PLGA) e poliisopreno (PI), registrado como Cellprene®. Estudos recentes utilizando a blenda mencionada demonstraram excelentes resultados quando empregada como implante em testes com animais. Sua viabilidade como biomaterial, tanto na sua utilização como stent traqueal quanto em aplicações na região cranial e/ou ambiente ósseo, já foi avaliada e comprovada como uma das grandes alternativas existentes atualmente. Desta forma, o objetivo deste estudo foi obter micro e nanofibras de Cellprene® por electrospinning e centrifugal spinning para posterior uso como scaffold na Engenharia de Tecidos. A composição da blenda foi modificada para obtenção de melhores resultados, adicionando polietilenoglicol (PEG) como plastificante e hidroxiapatita (HAp) como promovedor de maior bioatividade. Ambos componentes, PEG (15% e 20% em massa) e HAp (10% e 15% em massa) foram adicionados durante o processo de obtenção da blenda. Após a obtenção das fibras, foram realizadas as caracterizações termoquímicas e morfológicas. As fibras com 10% de HAp em sua composição e processadas por centrifugal spinning (com 5% em massa de soluto) apresentaram os melhores resultados morfológicos. Essas fibras foram também analisadas quanto a sua bioatividade, viabilidade e adesão celular in vitro demonstrando resultados satisfatórios para emprego futuro como scaffold. |