Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Telles, Jardel |
Orientador(a): |
Loguercio, Rochele de Quadros |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/157236
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Resumo: |
Com este trabalho desejamos apresentar o campo pós-estruturalista e a visão pósmoderna de ciência não asséptica, entendendo que este posicionamento nos possibilita um olhar mais amplo para o processo de ensino e aprendizagem das cientificidades. Como localizar a ciência na rede complexa de construção do conhecimento e qual a relação e aproximação que se pode fazer destes conhecimentos com os estudos da arte? É possível olhar a ciência através dos óculos das Artes Híbridas? É possível construir o conhecimento posto curricularmente de outra maneira? É possível pensar este currículo como um campo de disputas onde os caminhos da ciência foram “purificados” em busca de uma assepsia idealizada? Destacamos os instrumentos utilizados para a composição de uma oficina híbrida que versa sobre a potência das Artes Híbridas no ensino de Química e a relevância de um professor que entende o seu papel como o de intelectual específico. Versamos ainda sobre a produção de todo material artístico utilizado (fotografia, vídeo, literatura, jornalismo, história, política, filosofia, etc.), e a importância das escolhas dos métodos, dos conteúdos, dos conceitos, das abordagens e da materialidade para este educador específico em suas práticas discursivas. Pensar, ainda, na possibilidade e potência de uma produção híbrida dos participantes da oficina, nos entendimentos de Bruno Latour. Analisar estes escritos narrativos que versem sobre a Química da guerra e suas aproximações possíveis com as artes híbridas, entendendo esta produção como monumentos construídos em um campo discursivo a partir de posições e de possibilidades para além das tradicionais, reconstruindo o nó gordio no emaranhado dos saberes. |