Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Cunha, Janine Silva Nascimento |
Orientador(a): |
Bido, Diógenes de Souza |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://dspace.mackenzie.br/handle/10899/31089
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Resumo: |
Esta tese objetiva analisar as barreiras para a aprendizagem intergeracional reversa e seu efeito, em conjunto, com a motivação para o desenvolvimento profissional na aprendizagem intergeracional reversa no local de trabalho (AIG reversa). Para tanto, foi proposto desenvolver e validar uma escala para mensurar as barreiras para AIG reversa e outra para a AIG reversa, desenvolver um modelo estrutural com a AIG reversa como variável dependente e mensurar o efeito moderador do contato intergeracional positivo na relação das barreiras com a aprendizagem intergeracional reversa no local de trabalho. A pesquisa foi realizada com profissionais de idades acima dos 40 anos, aqui denominados de trabalhadores mais velhos, que trabalham com profissionais com idades abaixo dos 30 anos, aqui denominados trabalhadores mais jovens. As escalas foram desenvolvidas e aplicadas a uma amostra com 109 respostas válidas. Foram realizadas estatísticas básicas, análise fatorial exploratória, modelagem de equações estruturais para a avaliação da validade convergente, discriminante e confiabilidade e dos coeficientes dos modelos estruturais. Os resultados evidenciaram que o aprendizado sobre a empresa em que trabalha, especificamente quanto às funcionalidades tecnológicas são as mais recorrentes. As barreiras que impedem a aprendizagem intergeracional reversa se apresentaram em um nível baixo na presente amostra e as que tiveram relação com a AIG reversa foram: falta de abertura para aprendizagem e ambiente organizacional inadequado; barreira pessoal e barreira organizacional respectivamente. O facilitador motivação para o desenvolvimento profissional apresentou influência positiva na AIG reversa. Já o contato intergeracional positivo no local de trabalho não apresentou influência significativa na relação das barreiras com a AIG reversa. Ao final, são apresentadas as contribuições à literatura, para a gestão e para futuras pesquisas. |