Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Fonseca, Polyanne Ferreira e |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/250637
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Resumo: |
RESUMO – Na rotina da Medicina Veterinária, o transplante traqueal é opção terapêutica para casos de estenoses traqueais e colapso de traqueia grau IV, porém, há ainda grande taxa de insucesso por conta de necrose e tecido de granulação. Diante do desafio de encontrar qual biomaterial é melhor para a implantação de próteses traqueais, objetivou-se com esta pesquisa avaliar por meio de imunoistoquímica amostras de implante de co-poliamida em anastomose traqueal de coelho (Oryctolagus cuniculus), referentes aos tempos pós-operatórios de 7 dias (Grupo A; n=5), 15 dias (Grupo B; n= 5) e 30 dias (Grupo C; n= 4). Após o processamento para avaliação histológica das amostras, lâminas foram confeccionadas para análise imunoistoquímica para avaliar angiogênese, reparação tecidual e inflamação, por meio dos anticorpos Caveolina-1, Colágeno tipo II e Colágeno tipo III, macrófago HAM 56 e Interleucina I, e a avaliação destes indicadores foi realizada pela contagem de células marcadas por meio de análise semi-qualitativa. Para a análise estatística foram utilizados o teste de Shapiro-Wilk, teste de Kruskal- Wallis e Dunn, com nível de significância de p≤0,05. Na comparação entre o presente estudo e o estudo realizado por Yamashiro (2019), observou-se que as técnicas de imunoistoquímica e histoquímica se completam para avaliar os implantes traqueais. Quando comparado o processo inflamatório, as duas avaliações apresentaram resultados semelhantes nos grupos A, B e C, sendo observado grau de inflamação acentuado no grupo A, e moderado no grupo B e discreto em C. Em relação à avaliação angiogênica, a análise imunoistoquímica não foi expressiva para essa marcação, apresentando um escore discreto para todos os grupos, diferentemente da análise histoquímica em que foi melhor detectada essa variável. Quando analisados os resultados obtidos em relação à reparação tecidual, a avaliação imunoistoquímica foi mais precisa, apresentando marcação mais expressiva nos três grupos de colágeno tipo II e colágeno tipo III, quando comparado com os resultados histoquímicos em que não foi observada diferença significativa de proliferação tecidual após a implantação traqueal. Diante destes resultados, pode-se concluir que ambas as técnicas são importantes e se completam no processo de averiguação do grau de angiogênese, reparação tecidual e inflamação após implantação de próteses traqueais. |