Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Gomes, Michelle de Sá dos Santos |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/235346
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Resumo: |
No tocante ao ensino teórico-prático em prótese fixa docentes utilizam diversos recursos didáticos no intuito de implementar estratégias de como realizar tecnicamente preparos (desgastes) dentais coronários visando a reposição de estruturas dentais por próteses, a fim de formar um conceito e fixar a imagem de um preparo ideal; conteúdo esse que deve ser aplicado e refinado na prática odontológica tanto laboratorial quanto clinicamente. O presente estudo teve como objetivo validar duas ferramentas novas no ensino e aprendizagem do conteúdo da disciplina de Prótese Fixa, a partir das principais dificuldades dos alunos em realizar um preparo. Participaram da pesquisa 61 alunos da graduação em Odontologia. Duas metodologias foram avaliadas quanto a sua eficácia na melhora do preparo final realizado pelo aluno: 1) Aplicativo de celular contendo um banco de dados com os principais preparos coronários e, 2) Um manequim com esquema de cores que auxilia a visualizar e calibrar os alunos na quantidade de redução coronária nos preparos. Como metodologia os alunos realizaram o preparo de um dente íntegro antes e após o uso das ferramentas didáticas do aplicativo e manequim. Os preparos foram escaneados e um software de análise de deformidade de superfície avaliou a diferença entre o preparo inicial e o valor de referência, preparo realizado após a aplicação da metodologia x valor de referência, podendo assim ser inferida a possível melhora no resultado da aplicação da metodologia comparativamente ao conceito teórico de um preparo ideal. Os dados computados foram analisados estatisticamente pelo test t com nível de significância estabelecido foi de p<0,05. A metodologia do aplicativo de celular mostrou poucas diferenças estatísticas quando comparado ao método do manequim com esquema de cores. O manequim esclareceu e mostrou resultados otimistas nas 3 das principais dificuldades dos alunos relatadas no questionário inicial, quantidade de desgaste, término cervical e inclinação e angulação dos preparos. Ambas as metodologias, respectivamente aplicativo e manequim, foram aprovadas 96,77% e 98,39% dos alunos e validadas como metodologias auxiliares ao ensino em PPF e odontologia pelo seu conteúdo teórico e prática associada |