Reestruturação produtiva e emprego industrial na região de Campinas-SP: um estudo para as indústrias petroquímica e metal-mecânica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Gusmão, Maristela da Silva [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/90031
Resumo: O objetivo deste trabalho é discutir o impacto das inovações tecnológicas recentes sobre o emprego industrial na região de Campinas – SP nas indústrias de processo contínuo e metal-mecânica. Neste trabalho expomos de forma geral a questão dos efeitos das mudanças tecnológicas sobre o emprego da força de trabalho, recorrendo a David Ricardo e Karl Marx, e colocamos uma questão para discussão: como é possível ainda, no final do século XX e início do século XXI, dizer-se que são as inovações tecnológicas que expulsam o trabalhador da fábrica? Para tratamento dessa questão passamos pela caracterização do taylorismo/fordismo e também pelo próprio processo de reestruturação produtiva do final do século XX. Verificam-se as relações entre tecnologia e trabalho nas indústrias de processo contínuo e metal-mecânica, procurando elementos que possam esclarecer os possíveis impactos da reestruturação produtiva sobre o emprego da força de trabalho. Faz-se, finalmente, um levantamento empírico para os casos das indústrias de processo contínuo (com ênfase na petroquímica) e da indústria metal-mecânica na região de Campinas – SP, com o objetivo de verificar empiricamente a relação entre reestruturação produtiva e emprego.