Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Bertholdi, Angelo Albano da Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/181325
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Resumo: |
A implantação de sistemas de restauração possibilita o restabelecimento da estrutura e funcionamento de ecossistemas degradados. Além disso, alta diversidade taxonômica e funcional dos sistemas de restauração garante a performance e estabilidade de ecossistemas restaurados. A efetividade e monitoramento dos sistemas de restauração são quantificados por variáveis alométricas, porém, desconsideram-se variáveis relacionadas a aquisição de carbono e atividade fotoquímica. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi o avaliar as respostas ecofisiológicas de plantas em diferentes sistemas de restauração florestal e avaliar se a capacidade de perda de água e reidratação de espécies de crescimento rápido e lento favorece o estabelecimento e desenvolvimento de sistemas de restauração com estrutura e diversidade de espécies contratantes. Portanto, avaliamos, durante um ano, variáveis relacionadas à disponibilidade de água no solo e ambiente, estrutura dos sistemas de plantio, relações hídricas, atividade fotoquímica e aquisição e acúmulo de carbono nas folhas, em 7 espécies (divididas em espécies de crescimento rápido e lento) pertencentes a três sistemas de restauração: plantio de alta diversidade, sistema agroflorestal e consórcio madeira e lenha, estes sistemas estão implantados em dois tipos de solo: Nitossolo Vermelho (Área 1 – solo argiloso) e Argissolo Vermelho Amarelo (Área 2 – solo arenoso). Os resultados indicaram que sistemas implantados na área 1 apresentaram maior eficiência fotossintética e acumulo de carbono durante os períodos de deficiência hídrica. O consórcio madeira e lenha apresentou menor complexidade na estrutura e maior eficiência fotossintética em épocas com baixa disponibilidade hídrica no solo. O consórcio na área 2 apre-sentou menor eficiência fotossintética e acúmulo de carbono em relação a área 1 durante períodos de baixa disponibilidade hídrica. Além disso, as espécies de crescimento rápido do consórcio madeira e lenha e sistema agroflorestal apresentaram melhor controle do status hídrico. As espécies de crescimento rápido contribuíram significativamente no sucesso de estabelecimento e desenvolvimento do consórcio e sistema agroflorestal. As variáveis relacionadas à aquisição de carbono e atividade fotoquímica atuaram como indicadores de desenvolvimento dos sistemas de restauração em diferentes tipos de solo. |