Máquinas e emoções na arte

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Carvalho, Miguel Alonso Araujo [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/191058
Resumo: O presente trabalho se desenvolve na fronteira entre a produção artística, científica e tecnológica. É uma procura da interface humana de significado no ambiente, que culminou na elaboração da exposição “A Senhora do Balé: Ancestralidade Maquínica”, que é a junção de diferentes abordagens para os objetos tecnocientíficos. Este trabalho perpassa questionamentos sobre o que são as máquinas, que se revelam na exposição de obras/máquinas, repleta de um imaginário místico e de ferramentas que formam colagens antropomórficas, em um ambiente artístico imerso em luzes e sombras. Se tem como base teórica: O panorama das máquinas mecânicas feitas por Abbott Payson Usher e o Conceito de Tecnologia de Álvaro Vieira Pinto. A pesquisa de Paula Sibila sobre o Pós-orgânico; os conceitos de Emoção e Consciência de António Damásio e as experimentações das interfaces de comunicação entre humano e robô, de Zaven Paré. Como base de processos de criação, se examina obras de Jean Tinguely, que surgem como caminhos para a estrutura do trabalho. Pretende-se, ainda, que as obras sejam metáforas que operem entre diversos sentidos do interator, estimulando-os, gerando assim, material para o estudo da Emoção como agente direto da cognição. De forma artística, o trabalho “Máquinas e Emoções na Arte”, busca paradoxos em quantificar o qualitativo e qualificar o quantitativo.