Pesquisa de Plasmodium sp em Callithrix jacchus no Nodeste brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Silva, Lais Dario Belaz da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/244219
Resumo: A malária é a protozoose de maior impacto no mundo e distribui-se por extensas regiões tropicais e subtropicais, sobretudo nas nações em desenvolvimento e subdesenvolvidas. O Brasil é o país que concentra o maior número de casos no continente americano. Os primatas da família Cebidae são considerados como hospedeiros ou reservatórios de parasitos com potencial risco biológico, dentre eles se encontra o sagüi de tufo branco (Callithrix jacchus). Estes se extendem por vasta área do territorio nacional e podem conviver em áreas urbanas, falicitando a transmissão de patógenos. São animais usados como modelos experimentais para o Plasmodium, apresentando diagnostico e sinais clínicos semelhantes aos humanos. Foram analisadas 125 amostras de C. jacchus oriundos do nordeste brasileiro, com a técnica de nested PCR para Plasmodium vivax e P. falciparum, obtendo-se somente resultados negativos. A pesquisa por plasmódios humanos em primatas se faz necessário devido possibilidade de atuarem como reservatório/sentinelas e pela ausência de literatura abrangente sobre o assunto. Caracteriza-se, também, como uma ferramenta importante para controle e vigilância epidemiológica, impactando nos planos de redução de morbimortalidade e de eliminação da doença no país. A não positividade para Plasmodium em sagüis do tufo branco reflete a situação epidemiológica da população humana, em que se observam casos isolados, porém ainda são necessários estudos para e identificação ou não desses animais como fontes de infecção, visto que tem potencial para serem reservatórios.