Armazenamento e disponibilidade de água no solo para as plantas em sistema de manejo de longa duração

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Silva, Gustavo Ferreira da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/190930
Resumo: Os sistemas de manejo do solo podem influenciar o armazenamento e a disponibilidade de água no solo. Todavia, ainda há divergência na literatura quanto aos efeitos deste manejo nas propriedades físicas do solo e nas respostas das plantas, devido aos diferentes tempos de adoção em cada trabalho. Pesquisas em áreas já consolidadas podem gerar dados mais precisos em relação a estas modificações, considerando que na fazenda experimental da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA/UNESP), Botucatu (SP), há experimentos de longa duração com sistemas de manejo, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de manejos do solo de longa duração na capacidade de armazenamento de água no solo e sua disponibilidade às plantas, bem como na resposta das plantas de soja. Para isso foram conduzidos dois experimentos. O primeiro comparou o efeito do sistema de semeadura direta com o preparo convencional do solo, ambos conduzidos por 32 anos. O segundo experimento comparou o efeito do sistema de semeadura direta com diferentes rotações de culturas durante a safra de primavera, sendo testado o efeito do milheto, crotalária e um tratamento com ausência de cultivo de plantas, porém com escarificação do solo a cada três anos. Os sistemas de manejo alteraram as propriedades físico-hídricas do solo, sendo que os sistemas sem revolvimento do solo garantiram menor vulnerabilidade ao déficit hídrico às plantas de soja. E apesar dos sistemas conduzidos sob semeadura direta apresentarem maior resistência do solo à penetração das raízes nas camadas superficiais, não houve comprometimento do sistema radicular e não afetou a produtividade da soja.