Psicologia e rede básica de saúde: tendências curriculares e características de atuação profissional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Pires, Ana Cláudia Tolentino [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/90849
Resumo: A inserção do psicólogo na área da saúde é recente no Brasil, sendo esta também uma realidade mundial. Em decorrência de sua curta história, inúmeros desafios apresentam-se nessa área: a indefinição do papel; a importação de programas de intervenção; a falta de formação específica; o envolvimento com pesquisa e a aplicação do conhecimento produzido, entre outros. O presente estudo baseia-se nos referenciais da Psicologia da Saúde e tem como objetivo investigar as atividades dos psicólogos que atuam na rede de atenção básica à saúde, e analisar os componentes da formação em Psicologia e sua articulação com o que preconiza a saúde pública, buscando contribuir para a formação profissional. Participaram desta pesquisa 14 psicólogos da Secretaria Municipal de Higiene e Saúde de Marília e 38 instituições formadoras do Estado de São Paulo. O procedimento constou de entrevistas com os participantes e análise de documentos, especificamente as diretrizes curriculares nacionais que regem os cursos de Psicologia e as matrizes curriculares das instituições formadoras de Psicologia do Estado. Os resultados evidenciam necessidade de formação específica, que abranja os conteúdos para aquisição de habilidades, atitudes e valores para prática efetiva, além do desenvolvimento de programa de educação permanente em saúde, para reorganização do modelo profissional prevalecente na atualidade. A instituição de educação superior e a prestadora de serviço de saúde devem manter uma comunicação congruente, visando à formação de recursos humanos.