Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Souza, Ítalo Matheus Maligere de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/183608
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Resumo: |
Este trabalho analisa algumas marcas de possíveis processos de singularização ocorridos em professores que aderiram à greve do magistério público estadual paulista, em 2015. Compreendemos a greve como um movimento coletivo de resistência frente as imposições estatais no que se refere à Educação pública, a Escola e o papel do professor. A atmosfera de conflitos foi constatada por meio das narrativas criadas sobre o evento pelos dois lados envolvidos: Governo do Estado de São Paulo – por meio do jornal Folha de São Paulo – e sindicato dos professores (APEOESP) – através dos boletins informativos. A divergência sobre a educação deve-se à divergência ideológica que norteia a atuação governamental ou sindical. Nesse sentido, há uma preocupação no trabalho em compreender como o avanço do neoliberalismo na política se relaciona com o sindicato e com a educação. Por fim, no final da pesquisa foi resultado de conversas que tivéssemos com 4 professores grevistas da cidade de Limeira-SP. A partir do diálogo eles expuseram suas trajetórias no magistério, suas experiências no sindicato e suas impressões sobre a greve de 2015. |