Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Paparotto, Telma [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/89290
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Resumo: |
O presente trabalho objetivou o acompanhamento clínico-laboratorial de doze felinos naturalmente infectados com o vírus da imunodeficiência Felina(FIV) durante o tratamento com o antiretroviral zidovudina (AZT). Para tanto, foram colhidas amostras sanguíneas de trezentos animais oriundos de diferentes cidades do Estado de São Paulo e encaminhadas para o laboratório de virologia do instituto de Biociência, Departamento de Microbiologia e Imunologia da Universidade Estadual Paulista para identificação do vírus pela técnica de Nested-PCR. Dessas, doze amostras foram positivas para FIV e os gatos referentes as amostras positivas foram mantidos no gatil da mesma universidade e separados homogeneamente em dois grupos, um tratado e outro controle, com base em suas cargas virais determinadas pelo Real Time-PCR. Com o grupo de animais completo, deu-se inicio ao tratamento com AZT com monitoração constante quanto a presença de intoxicação e efeitos colaterais do medicamento, controle laboratorial envolvendo hemograma, quantificação de imunoglobulina G (IgG) total e bioquímica clínica como creatinina, colesterol, alanino aminotransferase (ALT), gama glutamiltransferase (GGT), proteína total sérica, albumina, globulinas, triglicérides. Os resultados obtidos revelaram diferenças estatísticas entre momentos em cada grupo, mas não entre os grupos tratados e controle. Portanto, o tratamento não resultou em benefícios para os gatos. |