Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Silva, João Paulo Naldi [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/92096
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Resumo: |
A aquisição da tolerância à dessecação ocorre durante a maturação da semente, após acúmulo de reservas e antes do início do processo natural de secagem, porém, com o avanço da germinação a sensibilidade a dessecação aumenta. Estresses hídricos podem induzir ou restabelecer a tolerância à dessecação em sementes, porém, não se sabe em quais processos ele atua, como na ativação de genes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a aquisição e perda de tolerância à dessecação em sementes de Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil), e a possibilidade de indução deste processo avaliando as modificações nos carboidratos solúveis e de ciclitóis, nos níveis endógenos de ABA e na expressão de aquaporinas. Foram observadas diferenças na aquisição de tolerância em sementes imaturas de mesma idade, produzidas nas mesmas matrizes em 2007 e 2008, com diferentes composições de carboidratos solúveis. Sementes maduras perdem a tolerância à dessecação logo após protrusão da raiz primária, em comprimentos dependentes do grau de deterioração da semente. Sementes imaturas e maduras tolerantes de C. echinata suportaram a desidratação de formas diferentes, utilizando reservas de amido e ciclitóis, com papel da sacarose quando secas. Esses resultados foram comparados com sementes de Caesalpinia peltophoroides Benth (sibipiruna), demonstrando comportamentos fisiológicos distintos, provavelmente relacionados com o tipo de reserva que acumulam |