Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2002 |
Autor(a) principal: |
Monteiro, Antonio [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/98487
|
Resumo: |
O acelerado processo de envelhecimento populacional, principalmente nos países em desenvolvimento constitui-se num dos grandes desafios a serem equacionados nas próximas décadas. No Brasil ainda são poucos os estudos epidemiológicos sobre a população idosa, principalmente em municípios de pequeno porte. Este é um estudo epidemiológico multidimensional que avaliou o universo dos idosos de 60 anos e mais, usuários do SUS num pequeno município paulista (3650 habitantes). Foram feitas entrevistas domiciliares a 322 idosos (92,8% da população idosa total do município), onde foram colhidas informações sobre características pessoais; condições socio-econômicas; condições de saúde, hábitos e percepção da qualidade de vida. Os resultados mostraram uma população de baixa escolaridade (87% com até primário incompleto); classe econômica baixa (82,3%); grande prevalência de edentulismo (89,1%); com pouco acesso a serviços preventivos básicos: 41% das mulheres nunca fez um Papanicolaou; 67,3% dos homens nunca fez um exame de próstata e 27% nunca consultaram um oftalmologista. Apesar dessas carências e seqüelas, a maioria dos entrevistados (88,8%) disseram estar felizes com suas vidas atuais. Conclui-se que essa população apresenta carências e seqüelas que necessitam ser atendidas visando a melhoria da qualidade de suas vidas. São apresentadas algumas recomendações para o desenvolvimento de ações a nível local, que visem atender algumas dessas necessidades e feita a recomendação para que se invista em ações de prevenção primária preparando as gerações mais novas para que quando sejam idosos tenham mais autonomia, maior produtividade, mais saúde e menor número de seqüelas evitáveis de doenças crônico-degenerativas e, portanto tenham melhores condições para serem mais felizes com qualidade de vida melhor. Palavras chave: Epidemiologia de idosos, Idosos do SUS, Idosos e qualidade de vida. |