Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Matos, Djamile Cordeiro de [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/93611
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Resumo: |
O câncer é a segunda maior causa de morte em países industrializados, sendo superado somente para as doenças cardíacas. Os dois tipos de cânceres de maior incidência no homem são o de próstata e de pulmão, e entre as mulheres são de mama e de cólon do útero. Abrina, ricina e pulchelina são proteínas inativadoras de ribossomos do tipo II (RIPs), possuidoras de duas cadeias polipeptídicas, uma com atividade enzimática N-glicosidase e a outra lectínica. Neste trabalho, a resposta imune desencadeada pelas RIPs e a atividade anti-proliferativa contra células tumorais de mama (LM3) e de pulmão (LP07) foram avaliadas. Abrina, ricina e pulchelina mostraram-se muito tóxicas aos macrófagos (IC50 = 6,4 ± 1,53, 11,8 ± 1,66 e 19,3 ± 4,0, respectivamente), sendo a abrina a mais tóxica de todas, seguida pela ricina e esta pela pulchelina. As proteínas não estimularam a produção de NO e H2O2 em células do exsudato peritoneal, mas causaram leve inibição da produção de NO estimulada por LPS e uma forte inibição da produção de H2O2 estimulada pelo PMA. As proteínas testadas estimularam resposta do tipo Th1 e Th2, pois induziram a produção de IL-1β, TNF-α, IFN-γ, IL-12 e IL-10. As células LM3 (adenocarcinoma de mama murino) e LP07 (adenocarcinoma de pulmão murino) foram mais sensíveis ao potencial tóxico de abrina, ricina e pulchelina do que do Taxol após 24 e 48 horas de incubação. |