Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2025 |
| Autor(a) principal: |
Santos, Ana Paula Leme dos [UNESP] |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11449/296220
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Resumo: |
Introdução: A violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos presente na sociedade desde seus primórdios e demanda diversas ações dos profissionais de saúde.Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar as percepções dos agentes comunitários de saúde diante da demanda de violência contra a mulher e quais são as práticas adotadas para o enfrentamento da violencia na esfera de atuação. Métodos:Trata-se de um estudo qualitativo, que utilizou a técnica de grupo focal para a coleta de dados com os agentes comunitários de saúde das quatro Estratégias Saúde da Família do município. Participaram 22 agentes comunitários de saúde que estavam atuando na época da coleta de dados. A coleta de dados se deu por meio de quatro grupos focais com os profissionais atuantes nas respectivas Estratégias de Saúde da Família. Os dados foram análisados a partir da técnica de Análise de Conteúdo, modalidade análise temática proposta por Bardin.O referencial téorico da análise foi o patriarcado. Resultados: A análise na íntegra das narrativas revelou três categorias de análise temática: 1) A proximidade que faz a diferença: o cotidiano de práticas dos agentes comunitários de saúde; 2) O olhar dos agentes comunitários sobre demandas de violência contra a mulher: uma reflexão necessária; 3) Desafios das práticas dos agentes comunitários no enfrentamento da violência contra a mulher: entre o dever e a dúvida. Conclusão: Os resultados revelaram que o vínculo de confiança e o diálogo foram estratégias de acompanhamento facilitadas por habitarem no mesmo território. Os resultados demonstraram que a compreensão crítica da ordem societária patriarcal facilitou práticas humanizadas em saúde que desnaturalizam a violência contra a mulher. |